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Portugal Junta-se a mais de 70 Países em Washington para Combater Terrorismo de Extrema-Esquerda
Iniciativa liderada pela Casa Branca visa coordenar ação internacional contra o ressurgimento do terrorismo transnacional. Portugal confirma presença através da embaixada nos EUA.
Por Redação
Publicado em 15/07/2026 16:28
International
Lusa

 

WASHINGTON — Numa demonstração de crescente preocupação global, mais de 70 nações — incluindo Portugal — vão reunir-se esta quinta-feira na capital dos Estados Unidos. O objetivo do encontro extraordinário, organizado e acolhido pela Casa Branca, é debater e delinear uma estratégia conjunta face ao que as secretas e governos aliados apontam como um preocupante ressurgimento do terrorismo transnacional de extrema-esquerda.

A representação diplomática portuguesa estará a cargo da embaixada em Washington, confirmou oficialmente o Ministério dos Negócios Estrangeiros à agência Lusa.

Uma Mobilização que Superou as Expectativas

O Departamento de Estado norte-americano revelou que a adesão ao evento superou largamente as previsões iniciais. O plano original passava por convidar ministros de cerca de 60 países, mas o círculo acabou por ser alargado devido ao "enorme interesse" manifestado por várias capitais mundiais em participar ativamente na discussão.

"O objetivo central é estabelecer uma ação coordenada e eficaz contra esta tendência emergente de radicalização."

— Porta-voz do Departamento de Estado dos EUA

Os Próximos Passos na Agenda

A cimeira focar-se-á em três pilares essenciais de cooperação internacional:

Partilha de Informação: Cruzamento de dados de inteligência sobre redes de financiamento e recrutamento digital.

Segurança de Fronteiras: Monitorização do fluxo de ativistas radicais que operam em diferentes continentes.

Prevenção da Radicalização: Desenvolvimento de narrativas alternativas e monitorização de fóruns extremistas online.

Este encontro surge num momento de particular sensibilidade geopolítica, onde a cooperação transatlântica se revela, mais uma vez, a primeira linha de defesa contra novas formas de ameaça à segurança coletiva.

Fonte- Lusa

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