Dormir pouco ou ter um sono de má qualidade pode trazer consequências sérias para a saúde, segundo dados de organismos de saúde pública. A privação de sono está ligada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e problemas de concentração, além de afetar o bem-estar emocional.
Especialistas indicam que adultos devem dormir, em média, pelo menos sete horas por noite. Quando isso não acontece de forma regular, o organismo não consegue recuperar devidamente, o que pode provocar cansaço constante, irritabilidade e dificuldades de memória e aprendizagem.
A falta de descanso também pode aumentar o risco de acidentes. Estudos apontam que o sono insuficiente reduz a atenção e o tempo de reação, podendo levar a erros no trabalho e até a episódios de adormecimento involuntário, principalmente durante a condução.
Além dos efeitos físicos, o impacto no estado psicológico é significativo. Investigação em saúde pública mostra que pessoas que dormem pouco têm maior probabilidade de apresentar sinais de sofrimento mental e alterações de humor.
Médicos lembram ainda que cansaço persistente pode ser um sinal de problemas como apneia do sono ou outras condições que devem ser avaliadas por profissionais de saúde. Manter horários regulares, evitar ecrãs antes de dormir e criar um ambiente calmo no quarto são medidas simples que ajudam a melhorar a qualidade do sono.