O PSD acusou o PS e o Chega de voltarem a unir-se no Parlamento para influenciar a governação, através de votações conjuntas em matérias políticas relevantes.
Segundo os sociais-democratas, esta aproximação entre os dois partidos traduz-se numa tentativa de condicionar decisões governativas por via parlamentar, criticando aquilo que classificam como um “casamento político” em votações estratégicas.
O PSD defende que este tipo de entendimentos cria instabilidade e dificulta a implementação das políticas do Executivo, acusando PS e Chega de promoverem alianças circunstanciais que, na sua perspetiva, dificultam a clareza do debate político.
Do outro lado, tanto PS como Chega têm defendido que as posições assumidas em plenário resultam da análise de cada proposta concreta, rejeitando interpretações de alianças formais ou entendimentos permanentes.
O tema surge num contexto de forte disputa política no Parlamento, marcado por negociações e divergências em torno de propostas legislativas e orientações de governação.
Fonte:Lusa / Foto:Arquivo