O que era uma promessa de proteção social transformou-se num balde de água fria para milhares de famílias. Num recuo inesperado, o Executivo deitou por terra a esperança de uma cobertura salarial reforçada, confirmando que quem entrar em regime de layoff terá de sobreviver com apenas dois terços do salário.O "golpe" no rendimento
A decisão de fechar a torneira nos 66% representa uma quebra abrupta face às negociações recentes, que sugeriam uma salvaguarda maior dos rendimentos em tempos de crise. Na prática, o Governo optou pelo "mínimo indispensável", priorizando o equilíbrio das contas públicas em detrimento do poder de compra direto dos cidadãos.
Perda Imediata: Milhares de trabalhadores enfrentam um corte direto de 33% no orçamento familiar.
Recuo Político: A medida é vista como uma capitulação perante a pressão orçamental, ignorando os apelos por uma proteção social mais robusta.
Incerteza: Com a inflação e o custo de vida a morderem os calcanhares, esta "dieta salarial" forçada promete incendiar o diálogo social nas próximas semanas.
Fonte- Público