A pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) atingiu um ponto crítico este domingo. No Hospital Amadora-Sintra, doentes triados com a pulseira amarela (casos urgentes) enfrentaram tempos de espera superiores a 12 horas. O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, reconheceu a gravidade da situação, atribuindo-a ao pico de infeções respiratórias e à falta crónica de médicos de família na região, que empurra os utentes para os hospitais. Outras unidades na Grande Lisboa, como o Hospital de Loures, também registam tempos de espera próximos das 11 horas.
Agência Lusa