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Seguro Exige Acesso Universal à Habitação e Pede Compromisso Nacional Contra a Exclusão
No Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o Presidente da República lembra que mais de 1,6 milhões de portugueses continuam em risco e defende que o trabalho e a casa têm de garantir dignidade.
Por Redação
Publicado em 17/10/2026 11:13
Nacional
@Lusa

Lisboa, 17 out 2026 (Lusa) – O Presidente da República, António José Seguro, afirmou hoje categoricamente que a pobreza não pode ser vista como uma fatalidade e defendeu que, no quadro de uma democracia plena, é inaceitável que existam cidadãos privados de habitação, saúde, educação ou emprego digno.

Na mensagem divulgada na página da Presidência da República para assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, o chefe de Estado frisou que a carência financeira representa uma limitação direta à liberdade e à dignidade humana. Embora tenha reconhecido que a população em risco de pobreza ou exclusão social baixou recentemente dos dois milhões, Seguro advertiu que o contingente de 1,66 milhões de pessoas afetadas exige uma reflexão profunda e ação contínua por parte do país.

O Presidente alertou para a realidade de vários grupos vulneráveis, desde crianças e jovens impossibilitados de perspetivar o futuro a idosos com reformas insuficientes, sem esquecer os cidadãos que, mesmo estando empregados, continuam a viver no limiar da pobreza. A concluir, António José Seguro sublinhou que a criação de riqueza e a proteção social têm de caminhar lado a lado na construção de uma sociedade genuinamente justa.

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