O Primeiro-ministro admitiu que o processo de realização e classificação dos exames nacionais deste ano registou falhas operacionais. Durante o debate parlamentar sobre o Estado da Nação, o chefe do Executivo reconheceu que "nem tudo correu bem" na transição para o modelo digital de avaliação.
Apesar de assumir as dificuldades sentidas por professores e escolas na utilização das novas plataformas de correção, o governante recusou retroceder na reforma tecnológica do sistema de ensino. Segundo o Executivo, a modernização do sistema de avaliação externa é um passo necessário para garantir a eficiência e a sustentabilidade do processo a longo prazo.
O Governo garantiu ainda que os atrasos registados na plataforma não vão comprometer o calendário de acesso ao ensino superior, mantendo-se o compromisso de publicar as pautas com as classificações dos estudantes dentro dos prazos regulamentares.
Fonte - Lusa