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Ex-presidente do INEM afirma que apenas um turno da greve comprometeu serviços mínimos
Publicado em 07/04/2026 21:29 • Atualizado 07/04/2026 21:31
Nacional

O ex-presidente do INEM afirmou que apenas um dos turnos da greve dos técnicos de emergência pré-hospitalar não cumpriu os serviços mínimos, defendendo que a falha não pode ser generalizada a todo o período da paralisação.

Durante a audição na comissão parlamentar de inquérito ao INEM, o antigo responsável explicou que a greve registou problemas sobretudo num turno específico, enquanto nos restantes períodos os serviços mínimos foram assegurados. O ex-dirigente sublinhou que é necessário analisar os acontecimentos com rigor e evitar conclusões precipitadas sobre o funcionamento global do instituto.

A paralisação dos técnicos de emergência pré-hospitalar, ocorrida entre o final de outubro e o início de novembro de 2024, está a ser analisada pelos deputados, que procuram apurar responsabilidades e compreender as falhas no funcionamento do serviço durante esse período.

O antigo presidente do INEM destacou ainda que o sistema já enfrentava dificuldades devido à falta de profissionais e que situações de greve exigem uma coordenação rigorosa para garantir a resposta às emergências e a segurança dos cidadãos.

A comissão parlamentar de inquérito continua a ouvir vários responsáveis e entidades, com o objetivo de esclarecer os acontecimentos e avaliar possíveis melhorias na organização do serviço de emergência médica em Portugal.

Fonte:Lusa / Foto:Direitos Reservados 

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