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Julgamento da Operação Marquês adiado para 13 de janeiro por falta de defesa constituída
Publicado em 06/01/2026 12:37 • Atualizado 06/01/2026 12:52
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O reinício do julgamento do processo Operação Marquês, que estava agendado para esta terça-feira, foi adiado para o dia 13 de janeiro, após o tribunal ter determinado a nomeação de uma nova advogada oficiosa para representar o antigo primeiro-ministro José Sócrates.

A decisão surgiu depois de Ana Velho, chamada a intervir devido ao internamento hospitalar do advogado escolhido por José Sócrates, ter afirmado não reunir condições para assegurar a defesa do arguido, dada a ausência do mesmo e a complexidade do processo. A advogada pediu dispensa da função, alegando que a lei prevê essa possibilidade quando não existem meios adequados para a defesa.

Apesar disso, o tribunal recusou dispensá-la de imediato, concedendo-lhe um prazo de cinco dias para contactar José Sócrates e analisar o processo. A juíza esclareceu que, após esse período, a advogada poderá renunciar ao mandato caso conclua não ter condições para continuar.

Antes de Ana Velho, já tinha sido nomeada outra advogada oficiosa, Inês Louro, que invocou objeção de consciência política por ser militante do Chega, partido que, segundo afirmou, tem mantido uma posição crítica em relação ao processo.

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