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Cinema português prepara mais de 50 estreias para 2026 com destaque para “Terra Vil” e “Vitória”
Publicado em 30/12/2025 18:57
Cultura
FESTIVAL

O cinema português inicia 2026 com uma dezena de estreias, incluindo filmes de ficção e documentários, dando continuidade à forte produção nacional registada em 2025, ano em que mais de 50 filmes portugueses ou com coprodução portuguesa chegaram às salas.

Entre os destaques iniciais estão “Terra Vil”, de Luís Campos, e “Vitória”, de Mário Patrocínio, ambos em longa-metragem de ficção. Em 1 de janeiro, estreia “Os enforcados”, thriller brasileiro coproduzido por Portugal, que conta a história de um casal que enfrenta dilemas ligados à herança criminosa do pai. O elenco inclui Leandra Leal, Irandhir Santos e Pêpê Rapazote.

Em fevereiro, chegam às salas “La vie de Maria Manuela”, documentário de João Marques sobre uma jovem influenciadora da Geração Z, e “Primeira Pessoa do Plural”, de Sandro Aguilar, que retrata um núcleo familiar abalado pela perda de uma filha, protagonizado por Albano Jerónimo e Isabel Abreu. Ainda nesse mês, estreia “Balane 3”, documentário de Ico Costa, e “Terra Vil”, que aborda a ruralidade e episódios de violência doméstica, incluindo o acidente de Entre-os-Rios em 2001.

Março trará “Maria Vitória”, a primeira longa-metragem de Mário Patrocínio, centrada numa jovem aspirante a futebolista, e “C’est pas la vie en rose”, de Leonor Bettencourt Loureiro, sobre a gentrificação de Lisboa. O documentário “Bulakna”, de Leonor Noivo, explora a vida de mulheres filipinas a trabalhar em Portugal.

Abril incluirá “O Barqueiro”, de Simão Cayatte, e “Projeto Global”, de Ivo M. Ferreira, enquanto outras produções nacionais previstas para 2026 incluem “Pai Nosso – Os últimos dias de Salazar”, de José Filipe Costa, “18 buracos para o paraíso”, de João Nuno Pinto, e “Playback”, de Sérgio Graciano.

 

Em 2025, o filme mais visto foi “O pátio da saudade”, de Leonel Vieira, com 69.562 espectadores. Seguiram-se “Lavagante”, de Mário Barroso, e “O lugar dos sonhos”, de Diogo Morgado, com 21.619 e 17.931 entradas, respetivamente. O cinema português registou 218.572 espectadores até novembro, correspondendo a apenas 2,3% do total de entradas em 2025.

Fontecnnportugal

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