Os representantes dos funcionários da Galp decidiram formalizar um pedido de auxílio junto de Belém, instando o Presidente da República a acompanhar de perto o processo de venda de ativos à Moeve. A estrutura representativa dos trabalhadores demonstra apreensão face aos contornos da transação, temendo que a mudança de proprietário possa resultar em instabilidade laboral ou na perda de direitos adquiridos.
No documento enviado à Presidência, é sublinhada a importância estratégica deste negócio para o setor energético nacional. Os trabalhadores esperam que a magistratura de influência do Chefe de Estado sirva para garantir que a alienação de ativos não comprometa os postos de trabalho nem a viabilidade das operações em solo português, exigindo um escrutínio rigoroso das salvaguardas sociais previstas no acordo entre a Galp e a antiga Cepsa.
Fonte e Foto:Mário Cruz