Algarpower Mobiliza Geradores para Levar Eletricidade a 2.400 Famílias
Publicado em 01/02/2026 16:42 • Atualizado 01/02/2026 16:47
Nacional
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Num momento em que o país enfrenta o rasto de destruição da tempestade Kristin, a empresa destaca-se pelo apoio direto às populações, contrastando com relatos de aproveitamento comercial da crise.

Por: Redação [Nome da Publicação] | 1 de fevereiro de 2026

No meio do cenário de destruição deixado pela tempestade Kristin, que deixou milhares de portugueses às escuras e sem bens essenciais, surgem exemplos de responsabilidade social que estão a comover as comunidades locais. A Algarpower, empresa do setor energético, decidiu intervir diretamente no terreno, disponibilizando 16 equipamentos de grande capacidade para suprir a falta de energia na rede pública.

Esta mobilização técnica permite, de forma imediata, alimentar cerca de 2.400 habitações, garantindo que milhares de famílias recuperem o acesso à iluminação, aquecimento e conservação de alimentos num dos momentos mais críticos do ano.

O Contraste entre a Ética e o Lucro

A iniciativa da Algarpower está a ser amplamente elogiada nas redes sociais e pelas populações afetadas, não apenas pelo apoio logístico, mas pelo posicionamento ético. Enquanto chegam relatos de empresas que, perante o desespero e as "lágrimas" dos cidadãos, terão aproveitado a catástrofe para inflacionar preços ou criar obstáculos burocráticos à assistência, a Algarpower seguiu o caminho oposto.

Para muitos observadores e clientes, esta ação define o caráter das marcas num período de exceção. "É nestas alturas que se vê o tamanho das pessoas e das empresas", lê-se em várias mensagens de agradecimento que circulam online. A escolha da marca em priorizar o auxílio comunitário sobre a faturação imediata está a ser vista como um exemplo de como o setor privado pode e deve atuar em situações de emergência nacional.

Impacto no Terreno

Os 16 geradores foram estrategicamente posicionados nas zonas onde as equipas de reparação da rede elétrica ainda não conseguiram restabelecer o serviço devido à complexidade dos danos causados pelo vento e pelas cheias.

Este gesto de "serviço público" prestado por uma entidade privada surge no mesmo dia em que o Governo prolongou o estado de calamidade, reforçando a ideia de que a reconstrução do país dependerá tanto do investimento estatal como da solidariedade do tecido empresarial.

Fonte -  Através Página oficial do escritor Pedro Chagas Freitas

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