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Villas-Boas dispara contra Varandas e Sporting e exige “revolução” na arbitragem portuguesa
Publicado em 24/12/2025 15:34
Desporto
RÁDIO FESTIVAL

O presidente do F. C. Porto, André Villas-Boas, respondeu de forma dura às declarações de Frederico Varandas, que na terça-feira, após a vitória do Sporting em Guimarães, falou em “histeria coletiva” e defendeu que a arbitragem atua de forma livre. No editorial que assina na revista Dragões, o líder portista acusou o presidente leonino de hipocrisia e de ter “memória seletiva” quando aborda episódios polémicos do futebol nacional.

Villas-Boas criticou Varandas por admitir erros favoráveis ao Sporting apenas em casos pontuais, ignorando, segundo defende, outras situações em que o clube de Alvalade terá sido beneficiado. O dirigente azul e branco estendeu ainda as críticas ao capitão sportinguista, Morten Hjulmand, na sequência do penálti polémico no jogo com o Santa Clara, a contar para a Taça de Portugal.

O presidente do F. C. Porto recordou um episódio da época passada, frente ao Estoril, em que Pepê interrompeu uma jogada clara de golo para prestar auxílio a um adversário lesionado, gesto que foi distinguido como ato de fair play do ano pela Liga e pela Federação Portuguesa de Futebol. Para Villas-Boas, este exemplo contrasta com o comportamento que critica no Sporting.

No mesmo texto, o dirigente portista apontou falhas graves ao sistema de videoarbitragem, sublinhando os longos minutos de indecisão do VAR no lance que originou o penálti nos Açores. Na sua opinião, esse episódio deveria ter motivado uma auditoria profunda ao VAR e aos critérios de arbitragem utilizados esta temporada.

Villas-Boas defendeu ainda que o capitão do Sporting deveria ter assumido publicamente que o penálti foi ganho de forma indevida, considerando que a ausência desse reconhecimento reforça o discurso que classifica como incoerente por parte da liderança leonina.

 

A concluir, o presidente do F. C. Porto sublinhou aquilo que considera ser a identidade histórica do clube, apresentando os dragões como uma força que, ao longo de décadas, enfrenta os “poderes instalados” do futebol português e luta pelo reconhecimento do seu legado nacional e internacional.

Fonte Jornal de Noticias/getty images

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