O anúncio do Primeiro-Ministro de que ambiciona levar o salário mínimo aos 1.600 euros e o salário médio aos 3.000 euros até ao final da legislatura foi recebido com severas críticas pela CGTP. A maior central sindical portuguesa classificou a promessa como um mero "artifício de propaganda" que visa desviar a atenção pública dos cortes e agravamentos nos direitos dos trabalhadores incluídos no pacote laboral, insistindo que as palavras não se traduzem em medidas imediatas para melhorar os salários.